Série - Sonetos de Shakespeare - Capitulo 1

Realizando minhas leituras aqui, descobri uma obra prima do grande Mestre William Shakespeare, obra magnífica, Os Sonetos de Shakespeare perfazem um conjunto de 154 poemas publicados em 1609, embora as datas de composição sejam imprecisas. Eles tratam de assuntos como amor, beleza, política e mortalidade. Decidi então fazer uma Série, com estes sonetos, para o conhecimento e a análise de todos os leitores...


Iniciarei com o Soneto CXXI


CXXI
Melhor é ser vil do que ser estimado vil,
Quando não o ser recebe a censura de o ser,
E o prazer justo perdido, que assim é estimado
Não pelos nossos sentimentos, mas pelas vistas do outro;
Saudarem o meu sangue puro e alegre?
Ou em minhas fraquezas, porque estes espiões mais débeis ainda,
Que em suas vontades avaliam como mal o que eu acho que é bom?
Não.-Eu sou o que sou; e aqueles que me criticam
Meus abusos, o fazem a partir dos seus mesmos;
Eu posso ser direito, apesar de eles mesmos serem tortuosos;
Minhas ações não devem ser apresentadas como seus pensamentos rançosos;
A menos que essa regra geral do mal eles mantenham,-
Todos os homens são maus, e em suas maldades reinam.

(William Shakespeare)


Poesia escolhida e publicada, neste blog, por André do Carmo.

Comentários

amanhã um novo capítulo da história de Alice.

Aceito , e agradeço as vossas sugestões ... talvez a letra esteja pequena... talvez o blogue possa estar confuso.

Enfim...qualquer coisa, digam.
até amanhã
Ana Paula Duarte disse…
Hummm, overdose Shakesperianaa!
\o/
Fazer análises deste Ser Mor da literatura universal é complexo, porém, somos todos amadores, então, que opinemos de acordo com nossa interpretação e veremos até onde estamos certos ou não.
Eu entendo bem o que o autor quer dizer no soneto, é algo que transcedeu o tempo e acontece muito hoje...O ser humano e seus problemas em relação a crítica!
Por ora me despeço, pois chegou o sono, mas logo retorno.
Abraços.
Gutox disse…
Bom e velho W.S.
eu não tenho muito conhecimento pela obra dele não mas pelo pouco que conheço eu dmiro muito.
e esse post então muito bom!
Parabéns para a dona do Blog que se supera cada dia mais!
Everson Russo disse…
Belissimo, sempre bom ler William Shakespeare,,,,beijos de otima semana pra ti.
Ana Paula Duarte disse…
Obrigada pelos elogios pessoal, mas hj já não estou sozinha no blog, então o mérito eu divido com meus ótimos colaboradores!!
...
Muito bem.
Abraço.
...
Caurosa disse…
Olá meus caros amigos, aqui tem maravilhas, sempre com muita sensibilidade e inteligência, parabéns.

Paz e harmonia,

forte abraço

C@urosa
...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


TE SIGO TU BLOG




CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...


AFECTUOSAMENTE:
ANDRE


ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE LOVE STORY, CABALLO, LA CONQUISTA DE AMERICA CRISOL.

José
ramón...
Braulio Pereira disse…
olá Ana Paula

grato pela sua visita sua felicidade é minha tanbem
meu desejo é que voce seja sempre feliz. que o sol brilhe cada dia que nunca falte amor no seu coraçâo.

obrigado pelo se carinho. suas palavras. me inundam de alegria és linda como uma rosa.

beijos no seu coraçâo!!!
Ana Paula,
Trago-te lá do CANTO GERAL:

SER OU NÃO SHAKESPEARE

Ler Shakespeare é preciso.
Ser Shakespeare não é preciso.

(Pedro Ramúcio)

*

Voltarei sempre aqui, com toda sã certeza.

Abraço mineiro,
Pedro Ramúcio.
Everson Russo disse…
Um belo dia pra ti amiga,,,beijos.
André do Carmo disse…
O local destinado para comentários está quase virando a pagina de recados do orkut! é impressionante!
Daniel Savio disse…
Bem, sempre é mais facil julgar os outros do que os nossos próprios atos...

Fique com Deus, menino André do Carmo.
Um abraço.
Conheço uma versão em que a tradução é menos literal e não apenas com rima, mas com métrica também...
Um caro cidadão disse…
Li o texto e fiquei maravilhado. Amei a idéia da série e mal me contenho de ansiedade pela nova postagem.

Como proposto, segue uma pequena lembrança ao ver W.S. aqui.

Admirável Mundo Novo, Huxley:

Ao visitar o novo mundo, um habitante pergunta ao Administrador desse novo mundo, por que os livros de Shakespeare são proibidos.

"— Mas por que é que ele está proibido? — perguntou o Selvagem. Na excitação de conhecer um homem que havia lido Shakespeare, esquecera momentaneamente tudo
o mais.
O Administrador encolheu os ombros.
— Porque é antigo; essa a razão principal. Aqui não queremos saber de coisas
antigas.
— Mesmo quando são belas?
— Sobretudo quando são belas. A beleza atrai, e nós não queremos que ninguém seja atraído pelas coisas antigas. Queremos que amem as novas."


Nosso mundo é assim. Deixamos clássicos pra ler títulos de barzinho.



Mundo moderno malévolo.



Abraço.


Obs.: Tô quase tocando fogo nesses comentários perdidos. Já encheram o saco com tanta falta de bom senso.
Ana Paula Duarte disse…
Nossa Caro cidadão, mais um comentario magnífico!
Sem mais!
Em relação aos comentários perdidos, bem gente, todos temos liberdade de escrever aki a vontade, mas este este espaço é de fato para comentários relacionados aos textos.
Expressem sua opinião, seja qual for, para mais assuntos, o link do meu orkut está disponibilizado aki no blog, é só procurar.
Abraço, fiquem com Jah!
lis disse…
Boa escolha do André, Ana Paula
Pra mim será ótimo conhecer a obra de Shakespeare, nao faz muito o meu gênero ,talvez por quase desconhecer.
Tem alguns recados estranhos hoje rsrs , recomendo nao esperar consideraçoes inteligentes ,André assemelha-se sim ao orkut e há quem goste rsrs
abraços

Postagens mais visitadas deste blog

Término Pós- moderno de um idílio amoroso

Escreva, Ana!

O olhar de Margot sobre a vida adulta