Ana Paula Duarte.
Sobre a ganância
sábado, 21 de novembro de 2009Ana Paula Duarte.
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Meu ouro
segunda-feira, 9 de novembro de 2009De valor irrevogável os tenho a todos a peso de ouro.
E com a estima de quase mãe, companheira, amiga, cúmplice, filha e irmã.
Mãe porque muitas vezes assumo a chatice característica pra dar as tão famosas "broncas de amor".
Companheira, amiga e cúmplice porque independente de idade e seja lá qual for a vibe, meu nome é "tou dentro".Porque os meus amigos me permitem isso!Os meus amigos são os melhores!Insubstituíveis, meu chão, minha alegria, consolo, tuuudo de melhor que há!
Filha, porque muitas são as vezes que eles cuidam de mim em meus típicos surtos alcóolicos, ou quando insana, preciso e olha que sempre preciso!
E irmã porque toda irmã é chata, briga e emburra, mas ama incondicionalmente, está no sangue, é inato!
Meus amigos!
Os irmãos e irmãs que eu pude escolher...Cada um em sua particularidade, loucos e santos, crentes, umbandistas, católicos, pagãos...
Loiros, morenos, negros, lilás, amarelos...Independente de sexo!
Lerdos, espertos demais, insanos, pornográficos, virtuosos, céticos...
Eu li a seguinte frase no orkut:
"Eu perdi meu telhado, mas em compensação contemplei as estrelas"
Muita gente pode aplicar isso a perda de um amor e logo a descoberta de outro.
No meu caso, automaticamente apliquei aos meus amigos...
Pois, quando cravejado de pedregulhos meu teto ruiu...Os meus amigos estiveram comigo, mostrando como o céu estava lindo, e que eu não devia mesmo perder tempo cabisbaixa!
Posso afirmar sem ser piegas e sem hipocrisia, AMIGOS QUERIDOS, SAIBAM TODOS, VOCÊS SÃO AS ESTRELAS DO MEU CÉU!
E eu os amo irredutívelmente, e podem me aguentar, quero nem saber...Suportem toda a minha chatice, gênio terrível e conversa psicótica de todo dia, pois não os deixarei jamais!!
É AMOR DEMAIS LATENTE AKI-->♥
Os amigos que não estiverem nas fotos, perdoem-me, mas não encontrei fotos de todos em meu pc, mas, em meu coração tenho momentos inestimáveis!Amo-os, é o que importa!
Beijos,
Ana Paula Duarte.
Postado por Ana Paula Duarte às 19:51:00 12 comentários
Sete minutos
terça-feira, 3 de novembro de 2009Destile o seu mais profundo e letal veneno, use e abuse do orgulho, da prepotência e sinta-se superior.Esconda a dor, manipule o nervoso, a falta de ar, o desespero...
Forje!Finja- se de pedra, é sim...De pedra.
Não se arrependa, não chore, não sofra.O teatro precisa de você!
Depois, sorria e finja que é feliz, julgue-se superior, desminta que sente falta, diminua e relampeje!
E depois, corte os pulsos, quando cair em si e descobrir que de nada vale toda essa palhaçada, quando se ama e se quer de verdade.
Em sete minutos se vão as esperanças de uma vida, de um amor, ou simplismente uma amizade...
O mundo pode acabar em sete minutos.
Ana Paula Duarte.
Postado por Ana Paula Duarte às 23:17:00 25 comentários
As borboletas voltaram

As borboletas voltaram.Mais coloridas, mais bailarinas e mais vivas do que nunca!
Nossa, o quanto estavam distantes e apagadas, mas eis que se renovaram as suas forças, seu vigor e alegria.Esperança trouxeram de volta consigo. De dias melhores, de ares melhores, de pessoas melhores no mundo.O mundo...Este vil quase leva minhas borboletinhas, mas cansei de ficar sentada a esperá-las, chorando acomodada, como vítima...Levantei-me e fui buscá-las!
Me trouxeram de volta o ego e a confiança, até meus velhos defeitos, tudo o que compunha minha essência, tudo o que sempre me fez ser este ser profuso, autêntico, por vezes antipática, por outras solidária...AS BORBOLETAS VOLTARAM'
Quero que todos saibam da grande novidade!
Que enche minha alma de um gozo inefável e inenarrável.
E quando elas chegaram, grandes e muitas foram as coisas ruins que expulsaram...
Elas me ressucitaram!!
Como ansiava por seu retorno, eu amo minhas borboletas e é por elas que eu vivo!!
Minhas borboletas são os meus sonhos...
E as suas quais são?
Pelo que tens vivido?
Espero que goste de borboletas e que jamais se apartem de ti.
Borboletas são vida!
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E definitivamente...
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Quando passas, nessa minha rua calçada de mágoas,
O passado recente se revela tirano e decisivo.
Mas o insistir nas rosas é vício meu.
Obcessão, pilhéria minha, brinquedo do meu ego...
Meu amor!
Houve julgamentos de todos os tipos e nenhum deles, em nenhum momento me trouxe real definição.
Pois não há e é o que me instiga a continuar.
Alimento um câncer?
Ou apenas sinto?
...
Me tornei refém de lembranças nem tão profundas e queridas, mas que me chegam a todo momento.
E quando me olhas sinto algo de maior...
É indefinível e utópico,
é um querer insano e um não querer racional,
E quando passas, por mim posso sentir teu calor
E o desespero que é a dor de não te ter.
E quando falas comigo posso delirar com tua voz
Tamanho o sentimento.
Tudo coopera pra que eu não acredite neste sentimento.
Meu comportamento psicótico, minha falsidade que disfarça...
A sua burrice em não notar.
Eu te amo e não sei onde isso vai parar.
Preocupante,
Distante, intrigante e irritante.
É implacável querer que tento dissimular.
Ana Paula Duarte.
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Descaminho
sexta-feira, 16 de outubro de 2009Ele chegou assim
Como quem queria de mim
Descobrir o mundo
Quem usou a quem
Esqueceu-se também
De avisar ao coração
Sem caminho, um outro dia,
Na minha porta bateu
Arrepiou-me a nuca
Mas meu ego és minha culpa
E meu coração é dolo seu
E verdades contou-me
Porém a vaidade deixou
Escapar-me a visão enxuta
Pois meretriz foi minha decisão
E injusta minha falsa nova paixão
Hoje me pego com outro alguém
Que eu não sei de onde vem
Que não sei quando vai partir
A mim ainda sinto quente
As suas mãos em meus seios
A sua boca, meu anseio
Seus músculos, meu desafinar
E então no ápice da paixão
Uma alma já fundida
Encontrou o descaminho
Em minha razão,
Digo, em minha ilusão.
Vítor Bardo.
Amigo, artista nato.
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Indefectível
sexta-feira, 9 de outubro de 2009Eu procuro alguém,
Pra chamar de meu.
Eu procuro um amor
que a rotina não desintegre,
um amor de pedra.
Talvez jamais encontre,
mas em meus sonhos é este que impera...
noturno e insano,
meu devaneio adolescente.
Ana Paula Duarte
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Não há resposta para tudo.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009Por que te amo?
É uma pergunta atormentadora, que você já me fez e eu nem soube responder...
Porque te amo não importa, o que há de relevante é que amo e ponto, com voracidade e certeza deste sentimento.
Amo ao imperfeito, amo o humano, ao traste e amo o que há por trás deste traste, pois não amo o desconhecido, e talvez por isso eu não consiga dar a indiferença merecida, talvez por isso ainda tenha esperança e viva buscando explicação para o inexplicável( característica inata humana).
Amo, e já não dói como antes, porém continua forte...A saudade é a vilã, que chega quando estou em paz de espírito e muda meu humor, tira meu apetite e me faz sonhar e ansiar pelo momento em que te verei, ainda que de longe, e terei certeza apenas de uma coisa:TE AMO e isso me acalentará.
Pois amar é isso e não necessitam mais explicações.
Por que te amo?
Não encontrei resposta lógica!
Ana Paula Duarte.
Escrito em 28 de abril de 2009.
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...
domingo, 6 de setembro de 2009
Na escuridade do meu bruto coração,
Sempre há espaço para mais uma decepção...
É mais uma ferida, nada tênue, nada indolor,
É mais um lamento, é mais saudade, é mais rancor.
E o meu coração vai se fechando cada vez mais,
Como quem não quer sofrer,
Ele vai...
Reduzindo o espaço ocupado pelo amor,
Transformando-se em pedregulho...
Por que sofremos?
Para sofrer basta estar vivo!
E para continuar sofrendo....Basta continuar amando.
Ana Paula Duarte
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Tornei-me uma mulher e demorei um pouco pra perceber, quis ainda continuar com alguns hábitos e manias de menina, e isso custou algumas quedas e consequentes lágrimas, até que fui me adaptando a idéia e tenho buscado ser mulher e obter êxito nesta função.Mas, como se é o ser mulher?Isso é coisa de instinto, a gente só aprende tentando mesmo, já que não há um manual e não nascemos prontas.Até escrever tem sido complicado, porque não sei porque eu agora me preocupo mais com o que escrevo e sobre o que escrevo.
No quesito relacionamentos tenho buscado ser menos apaixonada e instintiva e mais racional.Tenho apresentado uma sede demasiada de sucesso e reconhecimento profissional, sendo que nunca me importei antes...Estou tendo novas prioridades, frequentado novos ambientes, tenho tido amigos mais velhos e experientes, conversado sobre assuntos mais cults, minha retórica está como eu sempre quis, não sou nem um pouco tímida, dizem que sou uma pessoa agradabilíssima e tenho buscado mesmo primar pela boa educação.Tenho tido mais arranca-rabos familiares do que antes, tenho tido pouca paciência e já não conto tudo o que me acontece a mamãe e isso causa certo distanciamento, mas acho que mamãe percebeu que eu cresci e ainda que ela não concorde com todas as minhas ecolhas, sabe que fez um bom trabalho ao me criar.
Mas, apesar de tudo isso, sinto-me uma menininha frágil e vulnerável, por mais que eu cresça.Minha essência permanece a mesma aqui dentro, sentimentos de rejeição e medos antigos também.A vida adulta me assusta, era bem mais fácil na infância, o mundo não era de vidro e nem era tão superficial, eu não precisava esconder que fraquejava, eu não escondia a minha essência, não vivia a me proteger de nada e nem ninguém.Eu tinha mais assuntos pra escrever, pois não tinha medo de me expor, eu tinha a liberdade de escrever sem temer a crítica.Crítica.Por que os adultos a temem tanto?Acho que cresci mesmo e fiquei abestalhada, menos corajosa...Será?Ou agora eu percebo que o que quer que eu faça, terei sempre que arcar com as consequências?É uma mera reflexão...Pensei alto aqui e escrevi.
Ana Paula Duarte.
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...
domingo, 5 de julho de 2009Tenho passeado bastante por diversos blogs, ricos, engajados e divertidos, com textos suuper inteligentes e que sempre tem a ver com algo meu, são artigos, textinhos, charges, conselhos, mil coisas que exercem sobre mim um bem inenarrável...Sinto-me aliviada por perceber que não sou a única a sofrer seriamente problemas inter-pessoais.
De tudo o que vi, li e senti, cheguei a uma conclusão preocupante e triste sobre os relacionamentos.Em sua maioria, a falta de sintonia é gritante, enquanto um quer ir pro Alasca, o outro quer pegar onda no Hawaí. Já não há entrega, por consequência e trauma de relacionamentos anteriores, que fracassaram e causaram feridas na alma, dores e por fim, o medo da entrega.Outros relacionamentos, um acaba invadindo demais o espaço do outro, como se pudesse de alguma forma controlar, manipular, tornando a relação um jogo perigoso, pois afinal, as pessoas sempre terão seus momentos de privacidade interior.
E por falar em jogo, essa palavra como também o hábito de jogar tem permeado os relacionamentos, as pessoas simplesmente, já não querem hastear a bandeira da verdade, tornam-se reféns de um jogo perigoso que acaba sempre mal.Porque esconder o amor?Qual é o real sentido de um relacionamento?Não é se envolver?Não é ceder, não tem que ter
entrega?Então eu não entendo mais nada...
De uma coisa eu sei, quando amo eu me entrego, eu vou fundo mesmo, faço aquilo que meu coração pede, não vou ficar participando de um jogo, sendo que, o que está em risco é minha própria felicidade, meus sentimentos e um outro alguém, que , merecendo ou não, foi o escolhido do meu coração.As pessoas deveriam entender isso e parar com essa jogatina perigosa que só faz nos piorar como pessoas, e que transformam as relações humanas em verdadeiros icebergs.Sem mais.
Ana Paula Duarte.
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Aguardo
quarta-feira, 17 de junho de 2009Em minha recâmara contigo a vida inteira adormecer.
Ana Paula Duarte.
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Uma postagem que reflete meu momento atual...
terça-feira, 28 de abril de 2009
"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!"
Fernando Pessoa
Pessoa fala por mim e por todos os que possuem a sensibilidade da entrega, porém sem a cegueira costumeira e mortal.
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Desabafo
sexta-feira, 27 de março de 2009
Eu gostaria muito de externar aqui minha revolta.Até mais que uma revolta, um grito, um desabafo. Porque que a minha felicidade dura pouquíssimo tempo? Isso é demasiadamente injusto! Começo a estar enfeitiçada, Paro de andar nas ruas para começar a bailar, Deixo de ouvir música avulsa para selecionar e apreciar um som que seja próprio para o momento da minha alma, começo a sorrir mais que o costume e ter a vontade imensa de acordar todos os dias e contar as horas para encontrar uma pessoa, sinto a agonia que é querer bem, a vontade de acariciar, de ter por perto, de cuidar... E de repente, qualquer coisa besta acontece e volto a estaca zero. Volto a vida besta, ao tédio, e pior, volto a sofrer!A vida gosta de me dar cascudos...Mas porque será?Afinal, sou apenas uma menina em um corpo de mulher tentando acertar ao máximo, querendo apenas seguir sua consciência, querendo viver doidamente tudo! Querendo curtir cada bom momento e abstrair os ruins...Mas os ruins sempre voltam e isso me caleja! Vai chegar o dia em que estarei anestesiada e já não sentirei nem o afago nem o tapa...Pois a frigidez em breve me tomará...Nem a escrita, companheira de longas datas, me tem sido prazerosa, tenho andado bêbada em mim! Será que minha imaturidade é tanta? Será, será possível que não posso ser feliz? Não acredito nisso...Seguirei tentando, afinal, é tudo o que me resta, ainda há um certo tempo de estrada. Já não acredito em azar, mas, que cada um de nós segue seu caminho e faz sua felicidade...Estou buscando a minha, mas, ela nunca chega. Estava tão feliz!Tudo corria bem...Veio qualquer coisa e tudo mudou. "Que seja eterno enquanto dure" Cada momento.
Ana Paula Duarte
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Perguntamentos...
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Por que nada é fácil?
Por que sempre sofro?
Por que comigo a vida joga duro?
Trabalho, estudo, vontades, família...
Tudo!
Será que vou conseguir vencer?
Será que ainda vou ser alguma coisa que preste?
Como sempre...Pergunto-me!
Enjoei de tanto perguntar,
Pois as respostas nunca vêm...
Não quero falar de meus poemas,
Já não quero falar de vida, de esperança, nem de paixão.
Viveremos cada sentimento por vez.
Mas gostaria de saber, enfim,
Estou pagando pelos erros de quem afinal?
Ana Paula Duarte.
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Meia-noite
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009Postado por Ana Paula Duarte às 23:06:00 14 comentários Links para esta postagem
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Quem sou eu
- Ana Paula Duarte
- Eu sou um neologismo! Ainda indefinido, ainda sem um adjetivo, sequer tenho um significado... Em suma, sou apenas alguém que quer viver de respirar poesia!



