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Mostrando postagens de Julho, 2015

Equidade, gênero e PME’s

Ana Paula Mendes Duarte[1]
Nas discussões sobre os processos de educação que pairam no Congresso Nacional desde 2013, acerca do Plano Nacional de Educação- PNE, dos 26 deputados que votaram na Comissão Especial da Câmara dos Deputados no final de 2014 e início de 2015, 15 votaram a favor da retirada da questão de gênero no artigo 2º, e 11 votaram contra. Nisto, a questão foi retirada do texto final, o que configura um grave retrocesso na educação brasileira, que desde 2010 já tentava adicionar a questão de gênero no PNE, para que o mesmo fosse mais um instrumento em defesa da superação das desigualdades no país e que fosse o mais democrático possível, assumindo caráter laico, ético, democrático e inclusivo.
A celeuma foi fomentada pelos representantes que fazem parte da chamada bancada evangélica e religiosos ( de alguns segmentos neopentecostais e setores da Igreja Católicos conservadores e fundamentalistas) que usaram como argumento de que havia a tentativa de colocar a “ideologia de …

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Imagem
Pintura do artista Edvard Munch. Imagem do Google.
Eu grito
Que é pra não conter a dor
Eu grito
Que é pra demarcar o território
E grito
Porque não respeito quem sussura
Grito
Pra bagunçar, ameaçar, surdar
Grito na multidão
Precisava ser vista
Mas agora só resta a solidão
Estou rouca
E sem voz eu grito
Ninguém mais me ouve
Ninguém mais me vê
Eu já não tenho forças nas entranhas
A dor silencia o meu grito
Mas eu grito
Que é pra aplacar a dor.

Aníssima.