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Mostrando postagens de Maio, 2015

A moça mina

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A mina namora Vai pro baile e balança As cadeiras, swingueira A mina trabalha  Frentista, motorista, passista. A mina é forte, agridoce, sabe ser bonita Tanto que não cabe na beleza padrão capa de revista Tão igual Tão batida Não segue o fluxo Muda a rima Sabe o que ela quer? Continuar dona de suas escolhas, xau.


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Ana Paula Duarte.

Os caminhos de mim

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Depois de finalizar o trabalho numa planilha de Excel, eu poderia estar esgotada e cansada do pc, mas estou aqui, pensando e escrevendo. Pensando sobretudo nas relações humanas. Com ênfase nas coisas que chegam ao fim. Uma amizade, um namoro, um caminho, uma vontade. O fim é sempre traumático? É preciso viver o luto, a transição, o amargar da solidão? E quem de nós não experimentou o fim de uma amizade? Bem sabe o quão doloroso, cortante, desconcertante e muitas vezes solitário e estigmatizado isso pode se tornar. Ou quem findou um namoro ou casamento, em que o amor, todas as promessas e demais sonhos tornam-se poeira, que o vento leva. Mas não sem antes incomodar muito nossos olhos, a ponto de lacrimejar bastante! O fim de um ciclo, de uma fase, de uma verdade, ideia ou caminho antes percorrido com contundência, ideal defendido com veemência que já não faz sentido. Viver é experimentar estes fins. Mas, não é sobre os fins propriamente ditos que quero discorrer. É aquilo que…