À Ele


E quis a vida
Que Meticulosa, o tempo amadureceu
E o enlace aconteceu
Os corpos nus enudaram também as almas
E a sua vida inundava toda à minha
Numa delicadeza e incomum esplendor
Mostrou-me o que é a verdadeira beleza do entregar-se
E todos os dias me recordo do cheiro, das mãos, do beijo...
Nasci para estar ali,
Pernas entre pernas, mãos enlaçadas, bocas ardentes.
Lembrança de tempo douro,
Sonhando um futuro perto
Saudosa por ter aquele olhar abrasador a me fitar e desejar
Fui tua porque a vida corrigiu um erro antigo,
Naveguei em mares outros,
Quando só você poderia explorar o recôndito de mim.
Não temo a nada quando estou contigo,
Nem o mar, nem a loucura, nem a meninice...
Quiçá à distância!
E já não sou a mesma desde que completei minha sina,
Compartilhar de tua quentura e não mais sentir frio.
Como narrar a sensação transcendental do abrir de uma flor no momento do amor?
Indescritível!
E sequer tenho uma foto tua!
Sequer sei quando te verei de novo...
Só me deixa incerteza e saudade cada vez que se vai.



Mas ainda assim é bom saber, não importa quilômetros e nem o tempo, que você existe, que pensa em mim...

Imagens Google

Ana Paula Duarte. Sem eu - lírico :D

Comentários

Emily Ferreira disse…
Gostei muito daqui estou seguindo . !


- hoje em dia o que está extinto é o amor ..
segue? visita?
http://promovasentimento.blogspot.com.br/
Táxi Pluvioso disse…
Ainda bem que ele apareceu :))))

Postagens mais visitadas deste blog

Término Pós- moderno de um idílio amoroso

Escreva, Ana!

O olhar de Margot sobre a vida adulta