A corda


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Não, não...
Ela já não é mais a tão cantada corda do caranguejo
Agora, a corda pertence ao homem
E é com ela que ele segrega e impera
Ela protege quem pode pagar
Daqueles todos que não podem
E que não tem acesso ao privilégio de ser elite
Será por isso que possuem alta periculosidade?
A corda protetora!
É  mais um instrumento para mostrar
Que nem todo mundo pode ficar dentro da corda
Que a corda tem cor...
Mas, ainda acredito no velho clichê
De que "a alma não tem cor"
A corda também não deveria ter
Nem cor e nem status
E convenhamos,
Fora dela há uma energia monstruosamente[1] linda!
E quem quer se divertir de verdade
Não está muito preocupado com ela.
E uma festa chamada de popular
Deveria deixá-la bem longe de seus foliões,
Pois a simbologia que ela representa
Não cabe para uma festa de tamanha grandeza.




Ana Paula Duarte, e um salve ao Carnaval do Povo sem segregação \o/



[1]  O monstruoso aí para entonar de com força a lindeza que é a pipoca no carnaval, é força monstro, um adjetivo, viu, povo?- Só pra constar! (; )

Comentários

Thiago Castilho disse…
Isso me lembra a teoria das supercordas da fisica quantica. rss
Um beijo, princesa.

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